Benefícios
Pure L-Arginina 1000mg
A Pure Arginina fornece 1.000 mg de arginina na porção diária de 2 cápsulas, indicada para adultos com 19 anos ou mais. A arginina é um aminoácido presente nas proteínas de alimentos de origem animal e vegetal, com destaque para os de origem animal e as castanhas; a alimentação costuma fornecer de 4 a 5 g por dia. O corpo também a produz, principalmente nos rins, a partir da citrulina, e ela é classificada como condicionalmente indispensável. A arginina é peça das proteínas, participa do ciclo da ureia, a via do fígado que remove a amônia, e serve de matéria-prima para o óxido nítrico e para a creatina. A porção fica abaixo do máximo de 3.810 mg por dia que a IN nº 28/2018 admite para essa faixa etária.
- 1.000 mg por dia
- 2 cápsulas ao dia
- 60 cápsulas
Benefícios de Pure L-Arginina 1000mg
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Remoção normal da amônia
A arginina contribui para a remoção normal da amônia: ela participa do ciclo da ureia, que acontece no fígado.
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Peça do ciclo da ureia
No ciclo da ureia, a via que transforma em ureia a amônia gerada no uso dos aminoácidos, a arginina é convertida em ornitina.
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Componente das proteínas
A arginina é um dos aminoácidos das proteínas; tanto a arginina da dieta quanto a produzida pelo corpo são usadas na síntese proteica.
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Precursora do óxido nítrico
Parte da arginina é convertida em óxido nítrico, molécula que dilata os vasos sanguíneos.
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Matéria-prima da creatina
O fígado e os rins usam a arginina, junto com glicina e metionina, para produzir creatina, que abastece o músculo de energia em esforços curtos e intensos.
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Produzida a partir da citrulina
O corpo fabrica arginina a partir da citrulina, principalmente nos rins.
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Condicionalmente indispensável
Para adultos, a arginina não é um aminoácido essencial; ela é classificada como condicionalmente indispensável e é fornecida pelas proteínas de uma dieta variada.
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Presente em muitos alimentos
A arginina está em muitos alimentos com proteína, de origem animal e vegetal, com destaque para os de origem animal e as castanhas; a dieta costuma fornecer de 4 a 5 g por dia.
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Boa tolerância
A maior parte dos estudos indica que até 9 g de arginina por dia, por vários dias ou semanas, é seguro e bem tolerado; esta porção tem 1 g.
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Aminoácido autorizado
A arginina consta da IN nº 28/2018 entre os aminoácidos autorizados para suplementos alimentares, com máximo de 3.810 mg por dia para maiores de 19 anos.
Como age no corpo
A arginina chega pela alimentação, nas proteínas de alimentos de origem animal e vegetal, e também é produzida pelo corpo a partir da citrulina, sobretudo nos rins.
No fígado, participa do ciclo da ureia, via que transforma em ureia a amônia gerada no uso dos aminoácidos; nesse ciclo, a arginina é convertida em ornitina.
Parte da arginina é transformada em óxido nítrico, molécula que dilata os vasos sanguíneos.
O fígado e os rins também a usam, junto com glicina e metionina, para fabricar creatina.
Como os demais aminoácidos, ela entra na síntese de proteínas, e o que sobra não é armazenado: é convertido em intermediários comuns do metabolismo.
Dicas de uso
- Tome 2 cápsulas ao dia, conforme o modo de uso, se você tem 19 anos ou mais.
- Mantenha uma alimentação com proteína adequada: foi numa dieta assim que a EFSA reconheceu o papel da arginina na remoção normal da amônia.
- Se esquecer um dia, não dobre a dose no dia seguinte: a recomendação diária indicada na embalagem não deve ser excedida.
Cuidados
Estas informações não substituem a orientação de um profissional de saúde.
- Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes e crianças.
- Em doses muito acima desta porção, de 9 a 30 g por dia, os efeitos mais relatados foram desconforto gastrointestinal, como diarreia e náusea, e leve queda da pressão arterial (NIH).
- A segurança de suplementos de arginina em dose alta por mais de 3 meses não é conhecida (NIH).
- Não some com outros suplementos de arginina acima de 3.810 mg por dia, máximo da IN nº 28/2018 para maiores de 19 anos.
- Quem usa medicamentos de forma regular deve conversar com o médico ou o farmacêutico antes de usar suplementos, como orienta o NIH.
- Não exceda a recomendação diária de consumo indicada na embalagem.
- Este produto não é um medicamento. Mantenha fora do alcance de crianças.
Insumos da fórmula
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Arginina
1.000 mg por porção
Arginina, ácido 2-amino-5-guanidinopentanoico (C6H14N4O2; massa molar de 174,20 g/mol), aminoácido com um grupo guanidino na ponta da cadeia lateral. É um dos aminoácidos das proteínas, e a forma L é a mais comum na natureza e nos suplementos. Está presente em alimentos de origem animal e vegetal e é produzida pelo corpo a partir da citrulina, principalmente nos rins. No organismo, participa do ciclo da ureia, no qual é convertida em ornitina, dá origem ao óxido nítrico e entra na síntese da creatina. A IN nº 28/2018 autoriza como fontes a L-arginina, o cloridrato de L-arginina e o L-aspartato de L-arginina, com máximo de 3.810 mg de arginina por dia para maiores de 19 anos.
A IN nº 28/2018, Anexo V, não traz alegação autorizada para a arginina.
- Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes e crianças
Fontes consultadas (6)
- NIH Office of Dietary Supplements: Dietary Supplements for Exercise and Athletic Performance, Fact Sheet for Health Professionals (atualizada em 01/04/2024). Consultado em 30/09/2026.
- EFSA, Painel NDA: Scientific Opinion on the substantiation of health claims related to L-arginine (ID 455, 456, 664, 1443, 1712, 1713, 4681, 4683 e outros), EFSA Journal 2011;9(4):2051, doi:10.2903/j.efsa.2011.2051 (PDF integral no PMC). Consultado em 30/09/2026.
- EFSA, Painel NDA: Creatine in combination with resistance training and improvement in muscle strength, EFSA Journal 2016;14(2):4400 (PDF integral no PMC). Consultado em 30/09/2026.
- OMS/FAO: JECFA, WHO Food Additives Series 54 (63ª reunião), monografia “Amino acids and related substances”. Consultado em 30/09/2026.
- PubChem (NIH/NLM), composto L-arginine, CID 6322: fórmula molecular e massa molar; lido pela API PUG View. Consultado em 30/09/2026.
- ANVISA: IN nº 28/2018, texto compilado no AnvisaLegis, vigente com alterações até a IN nº 470, de 16/09/2026: Anexo I (L-arginina, cloridrato de L-arginina e L-aspartato de L-arginina), Anexo IV (máximo de 3.810 mg para maiores de 19 anos) e Anexo VI (advertência). Consultado em 30/09/2026.