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Benefícios

Pure Beta-Alanina 300mg

A Pure Beta-Alanina fornece 300 mg de beta-alanina em cada cápsula, com uso recomendado de 1 cápsula, 2 vezes ao dia, indicada para adultos com 19 anos ou mais. A beta-alanina é um aminoácido de ocorrência natural que o corpo não usa para montar proteínas: ela é produzida no fígado e aparece em quantidade relativamente pequena em carnes, aves e peixes. Sua função mais conhecida é servir de matéria-prima, e de etapa limitante, para a carnosina, um dipeptídeo de histidina e beta-alanina que fica no músculo e ajuda a amortecer a queda de pH no exercício intenso. É a beta-alanina, e não a carnosina dos alimentos, que o corpo aproveita para esse fim, porque a carnosina ingerida é quebrada na digestão. A fórmula leva só a beta-alanina, com dióxido de silício (antiumectante), em cápsula de gelatina.

  • 300 mg por cápsula
  • 2 cápsulas ao dia
  • 60 cápsulas
Pure Beta-Alanina 300mg

Benefícios de Pure Beta-Alanina 300mg

  1. Matéria-prima da carnosina

    A beta-alanina é a precursora que limita a velocidade de formação da carnosina no músculo esquelético.

  2. Amortecedor de acidez

    A carnosina, formada com a beta-alanina, ajuda a amortecer as mudanças de pH do músculo causadas pela produção de energia sem oxigênio no exercício intenso.

  3. Acidez, força e fadiga

    O acúmulo de íons hidrogênio no músculo durante o esforço intenso reduz a força e leva à fadiga; é essa acidez que a carnosina ajuda a amortecer.

  4. Estudada em esforços intensos

    Mais carnosina no músculo significa maior potencial de atenuar a queda de pH, o que é estudado em atividades intensas de curta a moderada duração, como remo e natação.

  5. Também forma a anserina

    No músculo dos vertebrados, a beta-alanina entra na formação de dois dipeptídeos: a carnosina e a anserina.

  6. Não forma proteínas

    A beta-alanina é um tipo de aminoácido que o corpo não incorpora às proteínas.

  7. Produzida no fígado

    O próprio organismo produz beta-alanina no fígado, e ela é classificada como aminoácido não essencial.

  8. Carnes, aves e peixes

    A beta-alanina aparece em quantidades relativamente pequenas em alimentos de origem animal; a ingestão estimada vai de zero, nas dietas veganas, a cerca de 1 g por dia em quem come muita carne.

  9. Caminho eficiente para a carnosina

    A carnosina dos alimentos é digerida e quebrada em seus aminoácidos; já o consumo de beta-alanina aumenta de forma consistente a carnosina do corpo nos estudos.

  10. Aminoácido autorizado

    A beta-alanina, com o CAS 107-95-9, está entre os aminoácidos autorizados para suplementos alimentares na IN nº 28/2018, desde a IN nº 102/2021.

Como age no corpo

  1. No músculo, a beta-alanina se une à histidina e forma a carnosina; como é a etapa limitante, é a oferta de beta-alanina que controla a velocidade dessa síntese.

  2. No exercício intenso, a produção rápida de energia sem oxigênio acumula íons hidrogênio, e o pH do músculo cai.

  3. A carnosina ajuda a amortecer essa queda de pH, ligada à perda de força e à fadiga.

  4. Nos estudos, o aumento da carnosina muscular acontece ao longo de semanas de consumo e varia muito de uma pessoa para outra.

  5. A carnosina dos alimentos não serve para isso, porque é quebrada na digestão.

Dicas de uso

  • Tome junto com uma refeição: a International Society of Sports Nutrition, citada pelo NIH, orienta consumir a beta-alanina com as refeições.
  • Use de forma contínua: nos estudos, o aumento da carnosina muscular ocorre ao longo de semanas de uso diário.
  • Siga o modo de uso e leia as advertências da embalagem antes de começar.

Cuidados

Estas informações não substituem a orientação de um profissional de saúde.

  • Quantidade diária máxima de 2 g com doses divididas de, no máximo, 300 mg, com intervalo de duas horas entre as doses.
  • Ingerir 800 mg ou mais de uma vez, ou mais de 10 mg por quilo de peso corporal, pode provocar parestesia de moderada a intensa: formigamento, picadas ou ardor no rosto, no pescoço, no dorso das mãos e na parte superior do tronco, que costuma durar de 60 a 90 minutos e não é dolorosa, grave nem nociva (NIH).
  • Também há relatos de coceira na pele (prurido) com suplementos de beta-alanina (NIH).
  • Não há dados de segurança para uso por mais de 1 ano (NIH).
  • Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes e crianças.
  • Não some com outros suplementos de beta-alanina: o máximo diário é de 2 g (IN nº 28/2018).
  • Quem usa medicamentos de forma regular deve conversar com o médico ou o farmacêutico antes de usar suplementos, como orienta o NIH.
  • Este produto não é um medicamento. Mantenha fora do alcance de crianças.
Ver as advertências do produto

Insumos da fórmula

  • Beta-alanina

    300 mg por porção

    Beta-alanina, ácido 3-aminopropanoico (C3H7NO2; massa molar de 89,09 g/mol; CAS 107-95-9), aminoácido não essencial de ocorrência natural em que o grupo amino fica na posição beta em relação à carboxila, e não na posição alfa, como nos aminoácidos das proteínas. Não é incorporada às proteínas. Na forma pura, apresenta-se como agulhas incolores. É produzida no fígado e obtida em pequena quantidade de carnes, aves e peixes. No músculo, une-se à histidina para formar a carnosina e também compõe a anserina. A IN nº 28/2018 a inclui entre os aminoácidos, com máximo de 2 g por dia para maiores de 19 anos e exigência de doses de até 300 mg, com intervalo de duas horas.

    A IN nº 28/2018, Anexo V, não traz alegação autorizada para a beta-alanina.

    • Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes e crianças
    • Quantidade diária máxima de 2 g com doses divididas de, no máximo, 300 mg, com intervalo de duas horas entre as doses.
Fontes consultadas (6)
  1. NIH Office of Dietary Supplements: Dietary Supplements for Exercise and Athletic Performance, Fact Sheet for Health Professionals (atualizada em 01/04/2024). Consultado em 30/09/2026.
  2. OMS/FAO: JECFA, WHO Food Additives Series 54 (63ª reunião), monografia “Amino acids and related substances”. Consultado em 30/09/2026.
  3. EFSA, Painel NDA: Scientific Opinion on the substantiation of health claims related to beta-alanine (ID 436 a 439, 683, 1452 a 1459), EFSA Journal 2010;8(10):1729. O site da EFSA/Wiley recusou o acesso; o resumo oficial foi lido na página da EFSA arquivada no Internet Archive em 02/04/2015. Consultado em 30/09/2026.
  4. EFSA, Painel NDA: Scientific Opinion on the substantiation of a health claim related to beta-alanine and increase in physical performance during short-duration, high-intensity exercise, EFSA Journal 2014;12(7):3755. O site da editora recusou o acesso; o PDF foi lido na cópia do Internet Archive de 17/03/2022. Consultado em 30/09/2026.
  5. PubChem (NIH/NLM), composto beta-alanine, CID 239: nome IUPAC, fórmula molecular, massa molar e descrição física do JECFA; lido pela API PUG View. Consultado em 30/09/2026.
  6. ANVISA: IN nº 28/2018, texto compilado no AnvisaLegis, vigente com alterações até a IN nº 470, de 16/09/2026: Anexo I (beta-alanina, CAS 107-95-9, incluída pela IN nº 102/2021), Anexo IV (máximo de 2 g para maiores de 19 anos) e Anexo VI (advertência de doses de até 300 mg). Consultado em 30/09/2026.