Benefícios
Pure Taurina 1000mg
A Pure Taurina fornece 1.000 mg de taurina na porção diária de 2 cápsulas, indicada para adultos com 19 anos ou mais. A taurina, ou ácido 2-aminoetanossulfônico, é um nutriente de ocorrência natural: o próprio corpo a produz, principalmente no fígado, a partir da cisteína, e ela também chega pela alimentação, sobretudo por frutos do mar e carnes, já que costuma faltar nos vegetais. Ao contrário dos aminoácidos comuns, não entra na composição das proteínas. A fórmula é simples: a taurina é o único ativo, acompanhada de celulose microcristalina (agente de volume) e dióxido de silício (antiumectante), em cápsula de gelatina. A porção corresponde à metade do máximo de 2.000 mg por dia que a IN nº 28/2018 admite para essa faixa etária.
- 1.000 mg por dia
- 2 cápsulas ao dia
- 60 cápsulas
Benefícios de Pure Taurina 1000mg
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Nutriente reconhecido
A taurina é um nutriente reconhecido pela EFSA, a autoridade europeia de segurança dos alimentos, e pode ser medida nos alimentos por métodos estabelecidos.
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Produzida pelo próprio corpo
A taurina é um metabólito normal no ser humano: o organismo a produz, principalmente no fígado, a partir dos aminoácidos com enxofre, em especial a cisteína.
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Ligada aos ácidos biliares
A taurina se liga fortemente aos ácidos biliares e forma os sais biliares conjugados com taurina, presentes na bile.
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Ajuste fino na bile
Quando a dieta traz pouca taurina, o corpo altera a proporção entre glicina e taurina usadas na conjugação dos sais biliares.
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Condicionalmente indispensável
A taurina é considerada um nutriente condicionalmente indispensável: em algumas condições clínicas, a produção do corpo somada à dieta pode não bastar para as necessidades do metabolismo.
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Não forma proteínas
A taurina é um aminoácido com grupo sulfônico que, ao contrário dos aminoácidos comuns, não entra na composição das proteínas.
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Alimentos de origem animal
A taurina ocorre naturalmente em alimentos de origem animal, em especial frutos do mar e carnes, e também no leite; costuma estar ausente dos alimentos de origem vegetal.
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Pouca taurina na dieta
Estudos citados pela EFSA estimam que a dieta onívora fornece, em média, cerca de 58 mg de taurina por dia, com máximo estimado de 400 mg; na dieta vegetariana estrita, a quantidade é baixa ou desprezível.
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Boa absorção
A taurina ingerida é prontamente biodisponível, e dados em humanos indicam que ela é absorvida no intestino por transporte ativo.
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Nível estável nos tecidos
A concentração de taurina nos tecidos, em especial no cérebro, depende pouco da quantidade ingerida.
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Economia quando falta
Diante de pouca taurina na dieta, o corpo renova mais devagar a taurina que já tem e reduz a perda pela urina.
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Segurança avaliada pela EFSA
A EFSA concluiu que a exposição à taurina nos níveis usados em bebidas energéticas, estimada em até 1.400 mg por dia entre os consumidores regulares que mais as consomem, não traz preocupação de segurança.
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Nutriente autorizado
A taurina consta da lista de constituintes autorizados para suplementos alimentares da IN nº 28/2018, no grupo “outros nutrientes”, com o CAS 107-35-7.
Como age no corpo
A taurina ingerida é prontamente absorvida; em humanos, o nível no sangue atinge o pico de 1 a 2 horas depois e já está em queda 7 horas após a ingestão.
Ela se soma à taurina que o próprio corpo produz, principalmente no fígado, a partir da cisteína.
Parte da taurina se liga aos ácidos biliares e forma os sais biliares conjugados.
Quando a dieta traz pouca taurina, o organismo muda a proporção entre glicina e taurina nos sais biliares, renova menos a taurina que já tem e perde menos pela urina.
Assim, a concentração nos tecidos, em especial no cérebro, varia pouco com a quantidade ingerida.
Dicas de uso
- Tome 2 cápsulas ao dia, conforme o modo de uso, se você tem 19 anos ou mais.
- Se esquecer um dia, não dobre a dose no dia seguinte: a recomendação diária indicada na embalagem não deve ser excedida.
- Leve em conta a taurina de outros produtos que você já consome, como bebidas energéticas e outros suplementos.
Cuidados
Estas informações não substituem a orientação de um profissional de saúde.
- Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes e crianças.
- Não some este produto a outros suplementos com taurina: a IN nº 28/2018 fixa em 2.000 mg por dia o máximo de taurina na recomendação de um suplemento para maiores de 19 anos, e esta porção já traz 1.000 mg.
- Quem usa medicamentos de forma regular deve conversar com o médico ou o farmacêutico antes de usar suplementos, como orienta o NIH.
- Não exceda a recomendação diária de consumo indicada na embalagem.
- A cápsula é feita de gelatina e água purificada; confira a lista de ingredientes se você evita algum deles.
- Este produto não é um medicamento. Mantenha fora do alcance de crianças.
Insumos da fórmula
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Taurina
1.000 mg por porção
Taurina, ácido 2-aminoetanossulfônico (C2H7NO3S; massa molar de 125,15 g/mol; CAS 107-35-7), aminoácido com grupo sulfônico que não faz parte das proteínas. Na forma pura, apresenta-se como cristais incolores ou pó branco e é solúvel em água, cerca de 95 g por litro a 25 °C. Industrialmente, pode ser produzida a partir de monoetanolamina e ácido sulfúrico, com purificação posterior. No organismo, é formada a partir da cisteína, por oxidação do enxofre e descarboxilação, etapa que limita a velocidade da síntese, e se liga aos ácidos biliares. É estável nas condições recomendadas de armazenamento. A IN nº 28/2018 a classifica em “outros nutrientes”, com máximo de 2.000 mg por dia para maiores de 19 anos.
A IN nº 28/2018, Anexo V, não traz alegação autorizada para a taurina.
- Este produto não deve ser consumido por gestantes, lactantes e crianças
Fontes consultadas (8)
- EFSA, Painel NDA: Scientific Opinion on the substantiation of health claims related to taurine (ID 611, 613, 1659, 1661, 1949, 1958), EFSA Journal 2011;9(4):2035, doi:10.2903/j.efsa.2011.2035 (PDF integral no PMC). Consultado em 30/09/2026.
- EFSA, Painel NDA: Scientific Opinion on the substantiation of health claims related to taurine and protection of DNA, proteins and lipids from oxidative damage (ID 612, 1658, 1959), energy-yielding metabolism (ID 614) and delay in the onset of fatigue and enhancement of physical performance (ID 1660), EFSA Journal 2009;7(9):1260. O site da EFSA/Wiley recusou o acesso (verificação Cloudflare); o resumo oficial foi lido na página da EFSA arquivada no Internet Archive em 10/12/2015. Consultado em 30/09/2026.
- EFSA, Painel ANS: The use of taurine and D-glucurono-γ-lactone as constituents of the so-called “energy” drinks, EFSA Journal (2009) 935. O site da editora recusou o acesso; o PDF foi lido na cópia do Internet Archive de 05/04/2025. Consultado em 30/09/2026.
- PubChem (NIH/NLM), composto taurine, CID 1123: definição do MeSH (NLM), dados do HSDB (NLM) e do CAMEO Chemicals (NOAA); lido pela API PUG View. Consultado em 30/09/2026.
- NCI Thesaurus (National Cancer Institute/NIH), conceito C61962: Taurine: definição; lido pela API EVS. Consultado em 30/09/2026.
- OMS/FAO: JECFA, WHO Food Additives Series 54 (63ª reunião), monografia “Amino acids and related substances”. Consultado em 30/09/2026.
- ANVISA: IN nº 28/2018, texto compilado no AnvisaLegis, vigente com alterações até a IN nº 470, de 16/09/2026: Anexo I (taurina, CAS 107-35-7, grupo “outros nutrientes”), Anexo IV (máximo de 2.000 mg para maiores de 19 anos) e Anexo VI (advertência). Consultado em 30/09/2026.
- NIH Office of Dietary Supplements: Dietary Supplements for Exercise and Athletic Performance, Fact Sheet for Health Professionals (atualizada em 01/04/2024). Consultado em 30/09/2026.