Benefícios de Pure Espirulina Spirulina
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Microalga nutritiva
A espirulina é uma microalga azul-esverdeada, na verdade uma cianobactéria, usada como alimento em vários países.
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Muita proteína
A proteína responde por 55% a 70% do peso seco da espirulina.
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Proteína completa
A proteína da espirulina contém todos os aminoácidos essenciais, com menos metionina, cistina e lisina que a proteína da carne, do ovo ou do leite.
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Fácil de digerir
A parede das células da espirulina não tem celulose, o que a torna fácil de digerir.
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Contém betacaroteno
A espirulina contém grande quantidade de betacaroteno natural, que o corpo converte em vitamina A.
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Vitaminas B e E
Contém vitaminas do complexo B, como tiamina, riboflavina e piridoxina, além de vitamina E.
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Contém ferro
O ferro está entre os nutrientes naturais da espirulina.
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Potássio e outros minerais
A espirulina tem muito potássio e contém também cálcio, magnésio, zinco, selênio e outros minerais.
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Ácido gama-linolênico
Entre as gorduras poli-insaturadas da espirulina, destaca-se o ácido gama-linolênico.
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Ficocianina e clorofila
O principal pigmento da espirulina é a ficocianina, de cor azul; ela também contém clorofila a e carotenoides.
Como age no corpo
A espirulina é uma cianobactéria fotossintética que cresce na água e forma filamentos em espiral.
Como a parede das suas células não tem celulose, ela é digerida com facilidade, e a maior parte da sua proteína é digerida e assimilada.
O betacaroteno que ela contém é convertido em vitamina A pelo organismo.
A cor azul-esverdeada vem da ficocianina, seu principal pigmento, e da clorofila a.
Dicas de uso
- Tome 2 cápsulas por dia, como indica o modo de uso para adultos com 19 anos ou mais.
- Siga a recomendação do rótulo e não exceda a quantidade diária; se tiver algum efeito indesejado, pare de tomar e procure seu médico.
Cuidados
Estas informações não substituem a orientação de um profissional de saúde.
- Efeitos leves relatados com a espirulina: diarreia, sensação de barriga estufada, desconforto no estômago, gases, inchaço, dor de cabeça, dor muscular, vermelhidão no rosto e suor. Se notar algum deles, pare de tomar e procure seu médico.
- Espirulina cultivada sem controle pode conter metais pesados e microcistinas, toxinas produzidas por outras algas azul-esverdeadas. Use apenas espirulina de espécie identificada e com laudo de qualidade.
- Não há dados sobre a segurança da espirulina na amamentação, e muitos suplementos não foram testados na gestação. Gestantes e lactantes devem conversar com o médico antes de usar.
- Pessoas com doença ou em uso de medicamentos devem consultar o médico antes, porque suplementos podem interagir com remédios.
- Mantenha fora do alcance de crianças e não exceda a recomendação diária indicada na embalagem.
Insumos da fórmula
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Espirulina
Espirulina é o nome comum de cianobactérias multicelulares e filamentosas, as chamadas microalgas azul-esverdeadas, dos gêneros Arthrospira e Spirulina. A IN nº 28/2018 autoriza para suplementos a Arthrospira platensis, a espécie mais comum e a mais estudada. Os filamentos têm forma de espiral, e a parede das células não tem celulose, o que facilita a digestão. Na biomassa seca, a proteína responde por 55% a 70% do peso, com todos os aminoácidos essenciais. A alga contém ainda betacaroteno, vitaminas do complexo B, vitamina E, ferro, potássio, ácido gama-linolênico e os pigmentos ficocianina e clorofila a. Algas colhidas sem controle podem trazer microcistinas de outras espécies, por isso a identificação da espécie é essencial.
Fontes consultadas (5)
- FAO Fisheries and Aquaculture Circular No. 1034, A review on culture, production and use of spirulina as food for humans and feeds for domestic animals and fish, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Roma, 2008. Consultado em 30/09/2026.
- Spirulina, Drugs and Lactation Database (LactMed), National Institute of Child Health and Human Development (NIH), revisão de 21/06/2021. O site do NCBI pediu verificação de navegador; o texto foi lido na cópia do Internet Archive de 07/06/2026. Consultado em 30/09/2026.
- IN nº 28/2018 da ANVISA, texto compilado no AnvisaLegis, vigente com alterações até a IN nº 470/2026: Anexo I (espirulina, Arthrospira platensis, no grupo das proteínas). Consultado em 30/09/2026.
- Marles RJ e outros, United States Pharmacopeia safety evaluation of spirulina, Crit Rev Food Sci Nutr. 2011;51(7):593-604, PMID 21793723 (resumo lido no PubMed pela interface E-utilities do NCBI). Consultado em 30/09/2026.
- Using Dietary Supplements Wisely, NCCIH/NIH, atualizada em janeiro de 2019. Consultado em 30/09/2026.